Marketing Digital em 2023: o que é, as melhores estratégias e TUDO sobre o assunto

Ícone Ideal Marketing

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Publicado: 1 de fevereiro de 2018 | Atualizado: 6 de dezembro de 2023.

Marketing Digital é um conjunto de estratégias e técnicas que uma empresa pode aplicar para divulgação na internet. Descubra como aumentar o tráfego, captar leads e converter vendas no ambiente digital.

Mídias sociais, SEO, anúncios, stories, marketing de conteúdo, email marketing… seja como negócio ou como consumidor, ninguém escapa da importância do marketing digital.

Mas afinal, o que é Marketing Digital? Como podemos definir esse conceito e, mais importante, como colocá-lo em prática

Nos dias atuais, entender sobre as melhores estratégias e técnicas de divulgação online é indispensável para qualquer negócio. É preciso dominar as ferramentas e saber como extrair todo potencial dos diferentes canais digitais.

Preparamos este conteúdo completo para você aprender tudo que precisa saber sobre Marketing Digital. Confira os tópicos do nosso material:

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O que é Marketing Digital

Podemos definir Marketing Digital como o conjunto de técnicas e estratégias utilizadas para promover negócios na internet. 

O conceito engloba todo tipo de ação de marketing de empresas com seu público nos canais digitais. Seja em redes sociais, sites de buscas, aplicativos de mensagens, plataformas de vídeos, provedores de email ou outras plataformas.

Entre muitos outros benefícios, o Marketing Digital trouxe mais assertividade no direcionamento de anúncios, segmentação de público, otimização de investimentos e mais facilidade para mensurar resultados.

Mesmo com todas essas mudanças, o marketing não deixou de ser “o processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas satisfazem desejos e necessidades com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros”, como definiu o professor Philip Kotler.

Em resumo, o Marketing Digital nada mais é do que o marketing aplicado ao ambiente online para atender aos consumidores e promover produtos e serviços.

História do Marketing Digital

Com a popularização da internet no final dos anos 1990 e começo dos anos 2000, a dinâmica de comunicação entre marcas e indivíduos mudou radicalmente.

Os consumidores passaram a ser mais ativos em seu relacionamento com empresas, interagindo, sugerindo, cobrando, elogiando…

Ao mesmo tempo, o processo de compra também evoluiu. Agora conectados, os usuários podem pesquisar melhor sobre as marcas e seus produtos antes de tomarem uma decisão.

Por isso, estabelecer presença online passou a ser indispensável para qualquer tipo de negócio. É preciso se destacar no meio da concorrência.

A conexão de rede mudou o comportamento dos consumidores, mas também criou novas formas e oportunidades para que negócios cheguem até essas pessoas.

Estratégias como email marketing, marketing de conteúdo, inbound marketing, publicidade em redes sociais e sites de pesquisas hoje fazem parte do repertório de qualquer projeto.

Pequena pirâmide de blocos representando diferentes estratégias de Marketing Digital.

Evolução da Web

A Web nem sempre foi como conhecemos hoje, na verdade a rede passou por muitas mudanças para chegar até essa configuração atual.

Cada uma dessas mudanças impactou diretamente no comportamento dos consumidores e exigiu rápida adaptação das empresas.

Web 1.0

A primeira fase da internet data do início dos anos 1990 e é caracterizada por páginas de conteúdo estático e comunicação unilateral.

Nesse período, usuários estavam reduzidos apenas a consumidores de conteúdo, sem possibilidade de produzir ou editar nenhuma dessas páginas existentes.

Mídias eram extremamente raras e a navegação se dava quase que só por meio de hiperlinks.

O Outbound Marketing era a única forma de Marketing Digital, ou seja, empresas produziam publicidade para tentar atingir seu público consumidor.

Web 2.0

Com a criação da internet banda larga e novas linguagens de programação, a fase 2.0 da Web é marcada por maior velocidade na troca de informações e maior riqueza de informações e mídias.

Usuários passaram para uma postura mais ativa, podendo interagir e alterar mutuamente conteúdos. É nesta fase que surgem os blogs, as redes sociais e os aplicativos.

Nessa fase, o comércio eletrônico, ou e-commerce, ganha interfaces mais agradáveis e intuitivas, conseguindo assim alcançar mais consumidores.

Estratégias como o marketing de conteúdo, o branding e o Inbound Marketing surgem com a proposta de atrair o público em vez de buscar por ele.

Web 3.0

Também conhecida como Web Semântica ou Web Inteligente, a Web 3.0 foi idealizada por Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web, em 2001, mas se tornou possível apenas algum tempo depois.

A terceira fase da rede é a onda dos metadados e da interação automatizada entre bancos de dados produzindo novas conexões.

Tecnologias de inteligência artificial passam a ser mais comuns, assim como o blockchain. Agora as informações podem ser processadas por sistemas de infraestrutura independentes da mão humana.

Novas estratégias e técnicas de Marketing Digital que fazem uso desses recursos têm surgido a cada dia. Automação de Marketing e Data Marketing são só alguns exemplos disso.

Mix de Marketing Digital (os 8 Ps)

Os 4 Ps do Marketing são um dos conceitos mais fundamentais para quem trabalha ou se interessa pela área. 

Também conhecidos como Mix de Marketing, os 4 Ps são entendidos como os pilares que fundamentam o Marketing: Preço, Praça, Produto e Promoção.

Essas são as quatros variáveis do comportamento do consumidor, ou seja, os quatro fatores que influenciam a decisão de compra por um determinado produto.

Com o tempo, “pessoas” passou a ser considerada como uma quinta variável alternativa junto com os outros 4 Ps.

No Marketing Digital ainda outros 3 novos Ps foram somados a esse conceito tentando compreender as novas dinâmicas da internet: Processos, Posicionamento e Performance.

Arte da Ideal Marketing com os 8 Ps do Marketing Digital.

Preço

É comum comparar preço entre produtos concorrentes no momento de decisão de uma compra. Por isso, manter uma precificação competitiva é indispensável em qualquer segmento de mercado.

No entanto, esse fator não está isolado dos outros Ps do Marketing. Nem sempre o produto é mais atrativo só por ser mais barato.

Praça

No passado, “Praça” significava exclusivamente a localização de uma loja física, mas esse significado mudou depois da internet. Isso porque, consumidores podem acessar os sites e ecommerces de qualquer marca a qualquer hora e de qualquer lugar.

Porém, o princípio por trás desse P ainda é o mesmo no Marketing Digital, é preciso estar “bem localizado” nos mais diversos canais de internet. Seja nas redes sociais ou sites de buscas, com uma loja virtual própria ou dentro de algum marketplace.

Produto

O P de “Produto” trata sobre aquilo que um negócio “vende”, seja um produto ou serviço, ou até mesmo ideias e causas em casos como Instituições ou ONGs.

Diferentemente do que se poderia imaginar, esse pilar também é bastante impactado pela internet. O público agora pode reagir em tempo real ao produto de uma empresa, atestando ou desaprovando a qualidade, validando ou rejeitando alterações.

Promoção

A “Promoção” é o pilar referente ao esforço de levar o produto ao conhecimento do público. Muitos se enganam acreditando que se trata simplesmente de campanhas de desconto ou de publicidade.

No Marketing Digital, esse P é o mais ligado ao trabalho prático, isso é, o uso de estratégias e técnicas para captar novos consumidores.

Pessoas

O quinto P do Marketing Digital é o de “Pessoas”, mas entender o que isso realmente representa não é tão simples. Mesmo teóricos da área não estão em consenso sobre quais pessoas são essas.

Alguns defendem que essa variável está ligada aos colaboradores de um projeto de marketing, ou seja, os profissionais que trabalham com Marketing Digital, outros dizem que na verdade essas pessoas seriam o público.

Processos

Quando falamos em “Processos” estamos falando dos fluxos internos do trabalho de Marketing Digital, alinhamento entre diferentes equipes e até mesmo setores da empresa.

Neste P, busca-se pela criação das melhores campanhas de divulgação, no menor tempo necessário, para alcançar melhores resultados. 

Posicionamento

Posicionamento é a opção estratégica que uma marca faz de como quer ser vista pelo seu público, sua comunidade. Em outras palavras, são as ações que uma empresa realiza para tentar representar certos valores para seus consumidores.

Com o Marketing Digital, os negócios ganham mais capacidade de definir seu posicionamento e construir sua imagem interagindo com o público e produzindo conteúdos.

Performance

A performance nada mais é do que os resultados alcançados pelas campanhas de Marketing Digital

Neste pilar, indicadores são usados para medir o sucesso ou fracasso de uma ação ou projeto e produzir novas ideias para projetos futuros.

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Conceitos de Marketing Digital

Novos conceitos e ideias foram necessários para elaborar as estratégias no ambiente online, novos nomes para novas coisas. Sem eles, seria impossível compreender o Marketing Digital.

Esses termos estão espalhados em conteúdos por toda parte, mas nem todos dominam verdadeiramente seus significados.

Público-alvo

Esse conceito trata de um certo segmento da população que se deseja atingir com ações de divulgação de um produto. Por suas características e preferências, esse grupo é entendida como ideal, ou seja, aquela com maior chances de realizar a compra.

Público-alvo” não é um termo novo ou próprio da internet, mas ganha uma nova dinâmica no digital. Com os dados disponíveis online, essas semelhanças são mais facilmente percebidas e também mais profundamente estudadas.

Persona

A persona é um perfil fictício criado a partir das informações do público-alvo e é utilizada para facilitar o trabalho criativo de profissionais do Marketing Digital. 

É uma ferramenta que transforma informações amplas e abstratas (ex.: Gênero Masculino, 25 – 29 anos, segundo grau completo) em um personagem concreto (ex.: Gabriel, 26 anos, formado em Direito pela USP).

Arte da Ideal Marketing com um comparativo entre as características de público alvo e persona.

Jornada de compra

O caminho percorrido por um cliente desde primeiro contato com a marca até a efetivação da compra é chamado de Jornada de Compra.

Essa jornada é dividida em quatro etapas: 1. Aprendizado e Descoberta, 2. Reconhecimento do Problema, 3. Consideração da Solução e 4. Decisão de compra.

Arte da Ideal Marketing com as quatro etapas da jornada de compra no Marketing Digital: Aprendizado e descoberta, reconhecimento do problema, consideração da solução e decisão de compra.

Funil de Vendas

O Funil de Vendas é a representação das etapas de todo o processo comercial de um negócio. Esse modelo estratégico define diferentes estágios para estruturar as ações de Marketing e Vendas. 

A finalidade do funil é que a empresa alcance o consumidor em todos os momentos da Jornada de Compra.

Arte da Ideal Marketing com as características das três etapas do Funil de Vendas: topo, meio e fundo.

Lead

Lead” é o termo usado no Marketing Digital para tratar de cada oportunidade de negócio de uma empresa, ou seja, contatos comerciais com possibilidade de fechar negócio.

Na prática, os Leads são pessoas que oferecem informações pessoais em troca de conteúdos ou ofertas de uma marca, cadastrando seus dados em formulários.

MQL

Muitas estratégias do digital consistem na oferta de conteúdos para o público. Isso porque, esses conteúdos servem para medir e aumentar o interesse dos contatos nos produtos da empresa.

Quando um Lead interage com esses materiais a ponto de ser considerado suficientemente qualificado pelo Marketing, ele passa a ser tratado como MQL. Essa é a sigla para Marketing Qualified Lead ou, em português, Lead qualificado pelo Marketing.

SQL

O SQL, ou Sales Qualified Leads, é a etapa seguinte ao MQL. Nela, os contatos que já passaram pelo Marketing são qualificados pelo Marketing pelo time de vendas.

Para isso, a validação do interesse do Lead é reforçada juntamente com sua capacidade de aderência ao produto.

Lead Scoring

Lead Scoring é uma escala de pontos usada para medir a qualificação do lead. A partir dessa escala os contatos são qualificados para que os times de Marketing e Vendas saibam quais estão prontos para a abordagem comercial.

Essa pontuação é gerada em ferramentas de automação de marketing e, normalmente, está ligada à interação com a campanha, como abertura de emails, cliques em links e visitas às páginas.

Conversão

A conversão de forma genérica é a passagem do Lead de uma etapa para a etapa seguinte do Funil de Vendas

Todas estratégias de Marketing Digital buscam provocar a conversão aproximando cada vez mais o contato da decisão de compra.

Tela de computador com um funil de vendas e dois profissionais conversando ao seu redor.

Conteúdo rico

Conteúdo rico, ou também Material Rico, são os conteúdos oferecidos em estratégias de Marketing Digital para atrair e converter o público.

Esses materiais muitas vezes são usados como oferta para convencer o usuário a disponibilizar seus dados pessoais

Fluxo de nutrição

No Marketing Digital, estratégias automatizadas de relacionamento são muito comuns. O fluxo de nutrição é uma sequência pré-definida de emails para enviar o conteúdo certo para cada momento do Lead.

Dessa maneira, o fluxo de nutrição acompanha toda jornada do Lead e sua passagem até o momento de Decisão de compra é acelerada.

Copy

Copywriting, ou simplesmente Copy, é a técnica de redação publicitária no Marketing Digital. Essa escrita é aplicada na produção de textos de divulgação de produtos ou promoção de marca.

Isso porque, os conteúdos criados nas estratégias online busca persuadir a tomar a decisão de compra.

CTA

A sigla CTA é o encurtamento de Call-to-Action e se refere aos elementos de texto ou design que buscam direcionar o leitor a tomar uma ação.

Normalmente, esse chamado para ação é feito em formato de botão nos anúncios e páginas de campanhas de Marketing Digital.

Landing Page

Comuns em praticamente todas as estratégias de Marketing Digital, Landing Pages são páginas criadas para captação de leads ou vendas de produtos.

Em resumo, uma landing page é desenvolvida para conversão. Para isso, faz uso de elementos gráficos, copy e CTAs.

Palavra-chave

Palavras-chave, também conhecidas como keywords, são termos de pesquisa em sites de busca, ou seja, são a forma que os usuários fazem pesquisas no Google, Bing, Yahoo e demais motores de busca.

Para trabalhar com otimização de conteúdo em estratégias como o SEO, SEM e Marketing de Conteúdo é necessário dominar esse conceito e as ferramentas para aplicá-lo.

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Benefícios do Marketing Digital

As mudanças causadas pela internet que criaram o Marketing Digital trouxeram junto também diversas vantagens para os negócios.

Essas facilidades foram possibilitadas pela novas tecnologias e tornaram estratégias, técnicas e ferramentas mais acessíveis a qualquer empresa.

Dessa forma, trabalhar com a promoção online de produtos e serviços está ao alcance de todos.

Interações

A comunicação na rede é uma via de mão dupla. Os usuários têm o poder de responder, interagir e compartilhar conteúdos de marcas em tempo real.

Consequentemente, os feedbacks sobre ações de Marketing Digital são muito mais rápidos. As campanhas chegam até o consumidor de maneira imediata e o retorno possibilita otimizações e melhorias.

Outro benefício dessa interatividade é a produção de conteúdos interativos, que impulsionam o engajamento e criam uma conexão com o público.

Por fim, o compartilhamento orgânico de materiais e campanhas em redes sociais aumenta o alcance e a autoridade da marca gratuitamente.

Segmentação

Direcionar assertivamente as ações de Marketing ao público sempre foi um desafio para empresas e profissionais da área.

Nos veículos de mídia tradicional, praticamente não existem recursos para segmentar o público que recebe os anúncios. A comunicação é feita em massa, para grande número de pessoas.

No Marketing Digital é possível montar estratégias para atingir as pessoas certas. As ferramentas de anúncios de redes sociais, por exemplo, permitem diversas configurações de público-alvo por características ou interesses.

Ao segmentar a audiência, suas campanhas miram nos consumidores com maior chances de fechar negócios. Dessa forma, as ações de divulgação demandam menor investimento para trazer bons resultados.

Personalização

As estratégias de Marketing Digital permitem alto nível de personalização de materiais e anúncios. 

Inserir informações pessoais nas copys e também alterar o conteúdo de acordo com a interação do lead com a campanha é uma opção em ferramentas digitais.

Nas lojas virtuais, ofertas baseadas nas compras anteriores ou consultas aos sites podem ser facilmente geradas.

Assim, os ativos são otimizados para cada contato, suas características, necessidades e momento da jornada de compra. Com isso, a personalização aumenta as taxas de conversão e engajamento.

Mãos digitando em um computador com ícones de campanhas de Marketing Digital flutuando.

Mensuração

Medir e analisar resultados é muito mais fácil e rápido no Marketing Digital. A resposta do público a um conteúdo ou anúncio é praticamente instantânea e a análise do desempenho simplificada.

Dados de visualizações, cliques e conversões são atualizados em tempo real. Na prática, isso permite gerar insights para melhorias de campanhas.

Com o feedback constante, a otimização também é contínua. Copys, artes, direcionamento de público… tudo pode ser alterado para alcançar o máximo potencial de usuários, captação de leads e geração de novos negócios.

A identificação da origem de cada nova oportunidade de venda também é descomplicada. Dessa forma, é possível entender qual canal de Marketing traz maiores resultados e aumentar o investimento.

Automação

Tudo pode ser automatizado no Marketing Digital, disparos de email, publicação de postagens ou qualquer outro ativo.

Os processos de trabalho são facilitados com mais organização, reduzindo erros, esforço e custos. Usando a automação, profissionais de Marketing podem agendar campanhas, monitorar resultados e construir fluxos de nutrição.

Ferramentas de automação permitem a comunicação em diferentes canais a qualquer momento. Mais do que isso, a automação permite criar diferentes variações da campanha que são acionadas de acordo com as interações e comportamentos do lead.

Outra vantagem dessas ferramentas é contar com recursos criativos que podem ser usados para desenvolver design de Email Marketing, Landing Pages, posts de Social Media, otimização de conteúdos SEO entre outros ativos. 

Custos

O Marketing Digital é mais barato que a promoção em mídias tradicionais. Isso porque, estratégias online não exigem materiais físicos e demandam menor custo de produção de conteúdos e anúncios.

Não só o espaço publicitário é menos custoso como também é mais duradouro, uma vez que nada se perde na internet e um ativo de campanha pode ser compartilhado e acessado diversas vezes.

O retorno sobre o investimento é maximizado com o uso das possibilidades da internet, maior capacidade de direcionamento, segmentação, personalização e análise de resultados.

Para além de tudo isso, as ferramentas de Marketing diminuem a necessidade de pessoas envolvidas na criação de campanhas, ou seja, mesmo o passivo trabalhista é menor.

Estratégias de Marketing Digital

Diferentes canais da internet demandam diferentes soluções de comunicação. Nesse sentido, surgem diversas estratégias e técnicas de Marketing Digital para empresas.

Cada um desses “métodos” atua em diferentes plataformas, adaptados à lógica de funcionamento e ao comportamento dos usuários. Isso significa que o Marketing Digital atua de maneira diferente nas Rede Sociais e no Google, por exemplo.

No entanto, nenhuma dessas estratégias pode ser totalmente isolada. Combinar e “atacar” os diferentes canais digitais aumenta o desempenho do trabalho de divulgação na internet.

Entender e praticar as diferentes formas de promoção online permite alcançar os leads em todos os estágios do funil de vendas, aumentar a autoridade da marca e fechar mais negócios.

SEO e SEM

A sigla SEO significa Search Engine Optimization é uma das mais conhecidas do Marketing Digital. Traduzido para o português SEO é a otimização (de sites) para motores de buscas, ou ainda sites de buscas.

Já SEM, Search Engine Marketing, refere-se ao trabalho de posicionamento de empresas e produtos nos mecanismos de busca, ou seja, a estratégia de promover marcas nos resultados de pesquisas de buscadores como o Google ou Bing.

Com intuito de oferecer o melhor conteúdo para seus usuários, os sites de busca desenvolvem algoritmos, ou crawlers, que avaliam e ranqueiam páginas nos resultados das pesquisas.

Quando uma palavra-chave é acionada, o buscador traz os conteúdos classificados em posições. Essa página de resultados é chamada de SERP, Search Engine Results Page.

Print do topo da SERP da palavra-chave "Brand Voice".

Para isso, tanto o conteúdo interno da página , SEO On Page, quanto fatores externos ao site, SEO Off Page, são levados em consideração.

Páginas otimizadas para esses critérios tendem a alcançar melhores posições na SERP, por consequência, tracionam mais usuários, maior tráfego orgânico.

SEO On Page

SEO On Page são os fatores de posicionamento internos, isto é, os critérios avaliados dentro da página pelo algoritmo.

O objetivo principal dos buscadores é oferecer uma boa experiência de usuário, para isso o crawler considera fatores como:

  • Tempo de carregamento da página;
  • Velocidade de carregamento do conteúdo;
  • Parâmetros de segurança;
  • Legibilidade;
  • Acessibilidade;
  • Estrutura HTML;
  • SEO Title e Meta tag;
  • Estrutura do conteúdo (heading tags);
  • Tamanho do conteúdo;
  • Relevância e autoridade das informações;
  • Links internos;
  • Elementos gráficos.

Em outras palavras, o site não é otimizado somente para o público mas também para os motores de busca.

SEO Off Page

Critérios externos também são avaliados pelos algoritmos dos motores de busca. Os crawlers buscam por links entre domínios diferentes e menções à marca com intuito de medir a “popularidade” das páginas.

Esses links externos e menções funcionam como forma de compartilhamento de relevância entre sites, como se ao fazer essa referência um ateste o conteúdo do outro.

O esforço para conseguir essa rede de linkagens é conhecido como Link Building, enquanto a troca de conteúdos é chamada de Guest Posts.

No passado, a questão era meramente quantitativa, quanto mais links, melhor, mas os algoritmos evoluíram para dinâmicas mais complexas. Isso porque, 

Atualmente, os motores levam em conta diversidade de domínios, confiabilidade dos sites, contexto dos hiperlinks, texto-âncora entre outros fatores.

em computador pessoal para realizar otimizações de SEO em seu website.

Marketing de Conteúdo

A estratégia de Marketing de Conteúdo consiste em usar conteúdos educativos para alcançar, informar, educar e converter leads.

Com as possibilidades de pesquisa na internet, o público passou a se tornar mais crítico e buscar por alternativas e opções. Para isso, consumidores usam sites de busca e redes sociais para encontrar respostas para seus problemas.

O Marketing de Conteúdo é uma solução de Marketing Digital que usa textos, vídeos e materiais ricos e relevantes com o objetivo de comunicar com esse consumidor em todas as etapas do funil. 

Esses ativos ficam disponibilizados nos canais da empresa, Blog, Facebook, Instagram, LinkedIn etc. A ideia é que a empresa seja útil ao possível cliente durante todo a jornada de compra.

Produzidos estrategicamente, esses conteúdos são criados usando otimização, SEO, copywriting, storytelling entre outras técnicas para garantir que alcancem o público e convertam novos leads.

Blog

O Blog é a ferramenta mais comum para se trabalhar com Marketing de Conteúdo. Dado que, esse é um recurso barato e de fácil manutenção

Os artigos são aliados às técnicas de SEO para atrair tráfego orgânico por meio dos sites de busca. Juntamente a isso, toda produção desse canal pode ser aproveitada e compartilhada em redes sociais.

Uma vez que o usuário chega ao conteúdo, ele também é exposto aos banners, formulários, links e Landing Pages, aumentando as chances de conversão.

Site Institucional

O Site Institucional é outro canal de comunicação indispensável para qualquer empresa atuante na internet. 

Ele funciona como meio de comunicação oficial com consumidores, fornecedores, concorrentes, mídias e outras instituições. Esse canal é ideal para postagem de notícias e comunicados oficiais.

Não é só Marketing Digital, mas o site institucional pode também ser usado para outras estratégias de comunicação como Assessoria de Imprensa e Relações Públicas.

Vídeo Marketing

O Vídeo Marketing é uma variedade do Marketing de Conteúdo que trabalha com o formato de vídeos e está em constante crescimento. 

Isso porque, segundo um estudo da Demand Sage, a produção audiovisual é a mais consumida na internet em 2023, representando 82,5% dos conteúdos em plataformas como YouTube, Instagram e TikTok.

Os princípios são os mesmos que campanhas com outro formatos de conteúdo, produzir informações relevantes que auxiliem o público a solucionar problemas.

No YouTube, ferramenta Google, é necessário otimizar os vídeos e suas legendas para fatores SEO com intuito de atrair tráfego orgânico. Já nas em redes sociais a dinâmica é baseada em interesses do usuário e engajamento.

Inbound Marketing

Também conhecido como Marketing de Atração, o Inbound Marketing é uma estratégia na qual a empresa atrai o público para dentro do seus canais de marketing, como site, blog e email.

Diferentemente do marketing tradicional (outbound marketing) em que os anúncios alcançam o público como interrupção, o Inbound traz o usuário até a empresa.

Para isso, as marcas criam conteúdos relevantes que ajudam os consumidores, solucionando problemas e esclarecendo dúvidas.

Assim como o Marketing de Conteúdo, essa é outra estratégia de Marketing Digital que se beneficia do SEO. Dessa forma, o público pode encontrar os artigos produzidos mais facilmente.

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Metodologia do Inbound Marketing

O Inbound Marketing segue uma metodologia determinada para extrair o máximo potencial de atração e conversão de leads.

As quatro etapas dessa metodologia são: Atrair, Converter, Relacionar e Vender. Esses passos são estruturados para conduzir o lead por todo funil de vendas.

Atrair

A etapa Atrair é o momento de captação de tráfego no blog. Para tanto, deve-se produzir conteúdos aplicando técnicas de SEO.

Converter

Depois de atrair o tráfego, o Inbound Marketing trabalha para converter o usuário em lead. Como esse intuito, materiais ricos, como e-books, planilhas, webinars e whitepapers, são oferecidos aos leads em troca de preenchimento de formulários.

Relacionar

O passo seguinte é manter o relacionamento para qualificar o lead. Isso porque o Inbound Marketing se baseia na pirâmide de Chet Holmes, que defende que 3% dos consumidores estão no momento de compra enquanto os outros 97% se encontram em outra etapa da jornada. Veja uma representação da pirâmide a seguir:

Arte da Ideal Marketing representando a pirâmide de Chet Holmes.

Vender

Por fim, vender é o passo final dessa estratégia de Marketing Digital. No Inbound Marketing, os leads são considerados qualificados, MQLs, quando atingem determinado lead scoring ou “levantam a mão” solicitando contato comercial.

Email Marketing

Em resumo, o Email Marketing é o disparo de emails para comunicação, divulgação ou promocionais para os contatos da empresa.

Uma das mais antigas estratégias de Marketing Digital, esse canal continua sendo uma forma eficiente de relacionamento com o público. No mundo, estima-se que o número de usuários do email ultrapasse os 4,3 bilhões ainda em 2023, segundo o Statista.

Atualmente, existem ferramentas que possibilitam total automação das campanhas de email. Por meio delas, o profissional de marketing pode programar mensagens, segmentar a base de contatos e personalizar o conteúdo para cada lead.

Dessa forma, criar disparos é mais barato e facilmente escalável comparado a outros canais de divulgação na internet.

No entanto, o público pode muitas vezes considerar esse método invasivo. Disparos indesejados e sem relevância interrompem o uso profissional ou pessoal do email.

Envios não solicitados ou mal configurados são considerados spams e prejudicam a imagem da empresa e o desempenho do seu projeto de Marketing Digital.

Por esse motivo, é importante entender a audiência para trabalhar com envios assertivos e relevantes. Dessa forma, é possível definir a frequência de disparos, a linguagem e as ofertas ideais para os leads.

Nesse sentido, existem diversos tipos de emails para se trabalhar com essa estratégia. Cada um é mais adequado para circunstâncias e objetivos específicos.

Email Institucional

Emails institucionais funcionam como forma de comunicação oficial entre empresa e seus consumidores. Essas mensagens permitem atualizar clientes sobre notícias, eventos, recall de produtos e outras comunicações oficiais.

Email de Nutrição

Por meio de estratégias de Inbound Marketing, os emails de nutrição buscam educar os leads por meio de conteúdos relevantes. O objetivo é acelerar a jornada de compra antecipando soluções para as necessidades do contato.

Email Transacional

O transacional é um tipo de email em que a empresa contata o cliente para se posicionar sobre “transações”, confirmações de compra, envios de senha etc. Geralmente, esses disparos são automáticos e individuais.

Newsletter

A newsletter é uma estratégia específica de email marketing para divulgação de notícias e conteúdos de marcas. Nesse canal, o usuário faz a inscrição aceitando receber novidades com certa frequência.

Pessoa enviando diversos emails em seu computador.

Redes Sociais

As redes sociais estão atualmente entre os principais canais de comunicação com consumidores na internet. Isso se deve aos mais de 4 bilhões de usuários ativos nessas plataformas.

Segundo o Digital 2023: Brazil, a média de horas diárias gastas na internet no Brasil é de 9 horas e 32 minutos, sendo 3 horas e 46 minutos somente nas redes sociais

Nessas mídias, os usuários recebem informações, descobrem novos produtos e exercem seu poder de influência sobre seus amigos ou seguidores.

Por isso, a presença das marcas nas redes sociais se tornou fundamental em qualquer ação de Marketing Digital. Dialogar com a audiência, oferecer canais de resolução e atendimento ao cliente e construir a autoridade da marca.

Mais do que isso, empresas podem utilizar essas plataformas para transmitir seus valores ao público, trabalhando o branding e estabelecer posicionamento.

O trabalho nas redes gera enorme inteligência para o marketing, revelando preferências e características dos consumidores. Somado a isso, o engajamento nas publicações aumenta o alcance orgânico da empresa.

Dessa forma, aliar esses canais à estratégia de conteúdo, oferecendo materiais ricos, impulsiona a captação de leads e a geração de oportunidades.

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Facebook Ads

Segundo dados da própria empresa, atualmente 2 bilhões de pessoas acessam o Facebook mensalmente e 1,6 bilhão estão conectadas a pequenos negócios.

O Facebook Ads é a ferramenta de anúncios das redes sociais da Meta, Facebook e Instagram.

Para isso, a empresa anunciante utiliza a plataforma Gerenciador de Anúncios do Facebook. Por meio desse recurso é possível criar e gerenciar campanhas nas duas redes sociais.

Outro elemento importante para trabalhar com publicidade nessas redes sociais é o Pixel do Facebook. O Pixel nada mais é do que uma linha de código inserida no site que permite o rastreamento de usuários e métricas dos anúncios.

O processo de criação das campanhas é dividido basicamente em quatro etapas simples: objetivo, público, investimento e criativo.

Objetivo

A criação de anúncios começa pela configuração do objetivo, ou seja, a definição da finalidade que se deseja atingir.

Os objetivos disponíveis são:

  • reconhecimento da marca;
  • alcance;
  • tráfego;
  • envolvimento/engajamento;
  • instalação do aplicativo;
  • visualizações de vídeo;
  • geração de cadastros;
  • mensagens;
  • conversões;
  • vendas no catálogo;
  • tráfego para o estabelecimento.

Na ferramenta, esses são subdivididos entre as etapas Reconhecimento, Consideração e Conversão do funil de vendas.

Público

A segunda fase da criação dos anúncios é a definição do público. Toda dinâmica de funcionamento do Facebook e Instagram Ads é realizada a partir da audiência atingida pela campanha.

Alcançar um bom resultado depende de encontrar a melhor segmentação de usuários. Por essa razão, especialistas neste canal de Marketing Digital recomendam realizar testes com diferentes públicos.

Para isso, é possível definir a audiência considerando dados demográficos, interesses, padrão de compra, entre outros fatores. Utilizar informações de base externas ou de plataformas parceiras da Meta é outra opção de segmentação.

Nessa mesma seção ainda é selecionado o posicionamento do anúncio, ou seja, onde o usuário pode visualizá-lo. O posicionamento automático é realizado pela plataforma, enquanto o posicionamento manual é escolhido pelo anunciante.

Investimento

O investimento, ou seja, estabelecer o orçamento da campanha, é a terceira etapa da criação de anúncios. Esse orçamento pode ser definido em gasto diário ou gasto vitalício. 

Na plataforma, a empresa também pode definir período de início, fim e intervalos de veiculação.

Criativo

O último momento do anúncio é a inserção dos elementos criativos, isto é, imagens e textos do anúncio. Essa etapa é realizada na ferramenta central de criativos dentro do Gerenciador de Negócios.

A plataforma permite a criação de vários formatos diferentes do mesmo anúncio para realizar o Teste A/B e otimizar os resultados.

Fotografia do aplicativo do Facebook Ads em um Smartphone.

TikTok Ads

O TikTok Ads é a ferramenta de anúncios da plataforma de vídeos curtos lançada em 2016. 

Assim como Facebook e Instagram Ads, o recurso permite que o usuário crie campanhas patrocinadas para se conectar com seus seguidores e atrair clientes. 

O TikTok Ads disponibiliza uma série de formatos para seus anúncios, como vídeos, gráficos e peças interativas. Além disso, dá para segmentar campanhas para alcançar os públicos-alvo das empresas. 

No mais, também é viável monitorar o desempenho dos anúncios produzidos para ajustá-los – ou utilizar os insights nas campanhas futuras. 

LinkedIn Ads

O LinkedIn é a principal rede social com foco corporativo do mundo. Diante dessa projeção, é natural que ela possua uma plataforma de anúncios própria e bastante estabelecida no mercado. 

Por meio do LinkedIn Ads, as empresas conseguem criar campanhas em 4 formatos diferentes. São eles:

  • Conteúdo patrocinado;
  • Imagens patrocinadas;
  • Anúncios dinâmicos;
  • Anúncios em texto.

Em adição aos formatos, também é possível determinar os públicos que se deseja atingir, segmentando por cargo, função, setor e mais.

Diante disso, o Linkedin Ads serve como uma importante ferramenta de marketing digital para diversas empresas que desejam atrair uma audiência qualificada, gerar leads e divulgar suas respectivas marcas. 

Google Ads

Quando falamos em campanhas de mídia paga na internet, não há como ignorar o Google Ads (anteriormente Google Adwords), principal ferramenta do mercado. 

A ferramenta de anúncios do Google foi lançada em 2000 e é responsável por grande parte da receita que a empresa gera anualmente. 

E com o Google sendo o buscador mais popular do mundo, entender o porquê do Google Ads ser tão requisitado se torna uma tarefa fácil.

Assim como nas demais ferramentas, há uma variedade de maneiras para anunciar sua empresa no GA. Veja quais são:

Links Patrocinados

Os links patrocinados são aqueles que ficam no topo dos resultados de pesquisa por uma palavra-chave, mas que não estão posicionados no topo do Google.

Trata-se de uma posição momentânea, que dura enquanto você mantiver a campanha rodando. 

Os anúncios ficam até mesmo acima dos primeiros resultados orgânicos da pesquisa, o que garante maior visibilidade e estimula cliques. 

Redes de parceiros

Similar aos links patrocinados, a diferença é que esses anúncios aparecem dentro de sites parceiros do Google, como Amazon e eBay.

Com esse diferencial, você consegue atingir públicos ainda mais qualificados e que já estão até mesmo na decisão de compra, uma vez que esses sites costumam ser e-commerces. 

Rede de display

Você com certeza já se deparou com anúncios em display durante sua navegação pela internet, seja em algum site ou aplicativo. 

Eles costumam ter formato de banner e caixas de texto, e são baseados em dados sobre a sua navegação coletados pelo Google. Essa prática também é conhecida como remarketing

Não à toa, é o formato ideal para capturar usuários que acessaram seu site anteriormente e desistiram da compra, especialmente para os que abandonaram o carrinho de compras.

Celular em cima de uma mesa com o aplicativo do Google Ads iniciando.

Youtube Ads

O YouTube é a maior plataforma de vídeos e uma das principais redes sociais do mundo. Com isso, o Google – dono da empresa – criou no Google Ads um ambiente dedicado aos anúncios voltados para o site, o YouTube Ads. 

É por lá que são feitas as campanhas, segmentação do público-alvo, definição do orçamento dedicado e, é claro, o acompanhamento das métricas de cada ação publicitária. 

O YouTube Ads possui uma série de formatos para seus anúncios, sendo eles:

Bumper Ads

São anúncios de até 6 segundos inseridos no meio de um conteúdo e não podem ser evitados pelo usuário. 

Portanto, é preciso tomar cuidado com o que é publicado para não causar um efeito negativo na audiência. 

A cobrança dos Bumper Ads é feita a cada mil visualizações, ou seja, é uma modalidade de anúncios CPM (cost per mile). 

Anúncios in-stream

Esses anúncios são de maior duração e podem ser inseridos antes ou no decorrer do vídeo desejado. 

O custo é por visualização (CPV ou cost per view) e o anunciante só paga quando um usuário tiver assistido a campanha por pelo menos 30 segundos. 

A vantagem desse tipo de anúncio é a geração de prova social que cada vídeo gera, já que as visualizações são contabilizadas no próprio canal do anunciante. 

Anúncios de descoberta

São casos em que o vídeo do anunciante é sugerido como um “link patrocinado” numa página de resultados ou na barra de vídeos relacionados, que aparece sempre que se abre um vídeo do YouTube no Desktop. 

Eles possuem thumbnail e vêm com uma tag de “anúncio” para deixar claro ao usuário que se trata de uma ação publicitária. Esse tipo de anúncio também pode ser publicado no mobile, sendo exibido na página inicial do app. 

YouTube Ads em um computador pessoal.

Anúncios na Masthead 

A Masthead é a página inicial do YouTube, equivalente ao topo do Google, por assim dizer. 

São anúncios veiculados com banners, já que ocupam bastante espaço da home do site, e precisam ser aprovados em até 48h por representantes de vendas do Google antes de serem publicados. 

Video Action

Esse formato de anúncios do YouTube foi lançado em meados de 2020 como um dos esforços da plataforma para impulsionar vendas online em meio à pandemia.

Os anúncios de Video Action unem o vídeo a um catálogo de produtos, ou seja, o usuário pode assistir ao anúncio enquanto navega por opções de compra do que está sendo anunciado. 

Além disso, há um botão “Compre Agora” para direcioná-lo ao site do anunciante, o que gerou, segundo o Google, diversos benefícios para as empresas que aderiram à modalidade. 

YouTube Shorts

É impossível falar de anúncios no YouTube sem mencionar o Shorts. A plataforma lançou o formato de vídeos curtos (similares ao TikTok) em setembro de 2020, e desde então as campanhas no site ganharam uma nova dimensão.

Com o YouTube Shorts, é possível divulgar sua marca em vídeos de até 60 segundos, transformá-los em uma vitrine virtual similar ao video action para anunciar seus produtos e divulgar seu app em um espaço dedicado. 

E-book gratuito da ideal marketing com dicas de video marketing para aprimorar sua estratégia

Web Stories

As Web Stories são baseadas no formato “história”, popularizado nos Stories do SnapChat em 2015 e, posteriormente, no Instagram.

É um recurso do Google para oferecer aos usuários do buscador conteúdos lúdicos, ágeis e informativos, indo além dos formatos tradicionais do website. 

Os Web Stories funcionam como um dos pilares do Google Discover, o feed de sugestões de conteúdo baseados nas preferências do usuário. 

Sendo assim, não é preciso buscar por esse tipo de conteúdo: com base no seu histórico de navegação, o Google sugere Web Stories para você nas descobertas do aplicativo. 

No entanto, os Web Stories são páginas web e também podem ser encontrados no formato tradicional, como é o caso da Ideal Marketing. 

Temos dezenas de histórias publicadas no nosso blog – e todas elas podem ser acessadas na categoria de Web Stories

Como criar Web Stories?

Há duas formas de criar Web Stories: utilizando códigos de programação ou ferramentas dedicadas.

No primeiro caso, há uma dificuldade maior, claro, já que é preciso construir toda a estrutura necessária para divulgação do conteúdo. 

Porém, existem diversas ferramentas gratuitas para Web Stories com uma estrutura previamente montada para comportá-los no seu site. 

O principal deles é o plugin de Web Stories do WordPress, maior ferramenta de gestão de conteúdo para internet do mundo. 

Além dele, há ferramentas adicionais para te ajudar a construir as telas do seu carrossel no plugin, mas o recurso também conta com templates para facilitar seu trabalho.

Web Stories e SEO

Embora as histórias não posicionem como conteúdos convencionais, há boas práticas que valem a pena seguir para aparecer mais vezes no feed do seu público-alvo.

Atente-se principalmente aos metadados solicitados pelo Google, que estão descritos neste link do blog de desenvolvedores da empresa

Otimize suas Web Stories para gerar visualizações, cliques e, integrando-os corretamente à sua estratégia de conteúdo, novos leads e clientes.

Métricas de Marketing Digital

As métricas de tráfego existem para te ajudar a compreender melhor toda a origem e as principais características do seu tráfego. 

As principais ferramentas utilizadas para esse propósito são as de Web Analytics, como o Google Analytics e o Adobe Analytics – este, por sua vez, é voltado para empresas com milhões de acessos mensais.

Dito isso, vamos às principais métricas de tráfego:

Visitantes

O número de visitantes é uma métrica que indica a quantidade de usuários que acessaram o seu site ou aplicativo em um determinado período. 

Novos visitantes

Um novo visitante é um usuário que nunca acessou seus canais ou que nunca compartilhou seus dados. Assim, as ferramentas o identificam como um novo usuário.

Vale dizer que um novo visitante é considerado um visitante recorrente sempre que retorna ao seu site ou app e, por isso, pode causar dúvidas na coleta de informações.

É importante saber que um novo visitante só é contabilizado uma vez, mas ao retornar, ele continua gerando tráfego para você. A diferença é que a partir da segunda vez, ele se torna um visitante recorrente.

Sessões

Uma sessão é um grupo de interações de um usuário com seu site em um determinado período. 

É possível que uma mesma sessão contenha exibições de página, eventos, interações sociais e transações de e-commerce. 

Uma sessão pode durar tanto quanto for possível, já que ela continua enquanto o usuário permanecer ativo no site ou aplicativo.

Sessões engajadas

Uma sessão engajada é aquela em que o usuário interage com seu site por no mínimo 10 segundos, realizando ao menos um evento de conversão ou duas visualizações/exibições de página. 

Vale dizer que as sessões engajadas são uma novidade do GA4, a nova versão padrão do Google Analytics.

Rejeição

A taxa de rejeição é calculada com base nas sessões não engajadas. Logo, toda sessão que não for engajada é considerada uma rejeição. 

Duração média de sessão

A duração média de sessão é simples: com base no número total de sessões (engajadas ou rejeitadas) e o tempo gasto em cada uma delas, as ferramentas de Web Analytics fazem uma divisão para obter esse resultado.

Também é possível filtrar o período em que você deseja obter a duração média de sessão dos seus canais.

Tráfego por canal

O tráfego por canal te ajuda a identificar o caminho usado por cada usuário para chegar ao seu site. 

Assim, você descobre quais são suas principais fontes de tráfego e as que precisam ser melhor trabalhadas para gerar visitantes.

As origens de tráfego são divididas por busca orgânica, tráfego direto, tráfego de referência e de redes sociais, sendo que cada uma possui seus próprios canais específicos.