Brindes da COP30, como pins, ecobags e uniformes, distribuídos gratuitamente, criaram um mercado paralelo online com preços que chegam a R$400, destacando itens chineses e oficiais, apesar das críticas nas redes sociais.
Você já notou que os brindes COP30 entregues gratuitamente acabaram virando itens de colecionador valiosos na internet? Entre pins, ecobags e uniformes, essa venda inesperada está movimentando um mercado paralelo que desperta curiosidade e debate.
Itens distribuídos na COP30 e o surgimento do mercado paralelo virtual
Os brindes da COP30 foram entregues gratuitamente durante a conferência em Belém, mas logo ganharam um mercado paralelo na internet. Em sites como OLX e Facebook, esses itens começaram a ser vendidos por valores que chegam a R$400.
Entre os objetos mais procurados estão os pins, pequenos broches que representam os países participantes. Eles são típicos presentes para quem participava das atividades e plenárias no evento.
Mas a lista vai além dos pins. Ecobags, leques, canetas, copos, cadernos, cordões de credencial e acessórios de cabelo também foram ofertados. Pelúcias e até peças do uniforme oficial, como camisas e tênis, entraram para o mercado de vendas online.
Até latas e caixas de água mineral com a marca da conferência chegaram a ser vendidas, mostrando o quanto os brindes chamaram atenção. Muitos desses produtos foram distribuídos no último dia do evento e vendidos em grupos de WhatsApp.
O pavilhão da China destacou-se com seus brindes especiais. Presentes como chás, leques, tiaras e pelúcias de pandas eram trocados diariamente, criando longas filas. No mercado online, alguns desses itens têm preços elevados, como pins chineses anunciados por até R$300.
Além dos objetos comuns, os uniformes usados por voluntários e equipes da organização viralizaram no mercado online. Um kit com pochete e chapéu foi vendido por R$400, mesmo valor do tênis oficial da conferência, que às vezes vinha com pins adicionais como brindes.
Para facilitar trocas, voluntários criaram um grupo no WhatsApp para negociar brindes. O grupo tem quase 200 participantes e envolve itens de diferentes países, como ecobags da Indonésia e bolsas da Turquia, próxima sede da conferência.
Alguns itens chegam a ser raros e disputados, como pins usados exclusivamente por membros da segurança das delegações. Esses itens têm preços altos e até são leiloados informalmente.
Embora o mercado tenha crescido, a venda dos brindes enfrenta críticas nas redes sociais. Por causa disso, as negociações passaram a acontecer de forma mais discreta, evitando exposições públicas e definindo preços em conversas privadas.
Alta demanda e críticas à venda de brindes, destacando os itens chineses e uniformes oficiais
A alta demanda pelos brindes da COP30 chamou muita atenção, especialmente no mercado online. Itens chineses, como pins e ímãs de geladeira, são os mais desejados por colecionadores e fãs do evento. Alguns pins foram anunciados por até R$300, mostrando o valor que ganharam rapidamente.
O mascote do evento, o Curupira, também conquistou espaço. Seu pin foi vendido por valores altos, entre R$100 e R$250, em diferentes canais.
Além dos brindes comuns, os uniformes oficiais usados por voluntários e equipes da organização foram para a lista de vendas. Kits com pochete e chapéu, assim como tênis oficiais, estavam sendo vendidos por até R$400, às vezes acompanhados de pins como brinde.
Um grupo no WhatsApp surgiu para facilitar a troca e venda entre quase 200 voluntários. Esse grupo ajuda a negociar itens raros, como pins especiais usados pela segurança, que chegam a parecer leilões informais.
Nas redes sociais, a venda desses brindes tem sido alvo de críticas. Por isso, muitos preferem negociar valores e trocas de modo mais discreto, evitando exposição e polêmicas públicas.
Diretora de Operações do Grupo Ideal Trends, com mais de 15 anos de experiência em gestão, tecnologia e finanças. Especialista em operações escaláveis e liderança de alta performance, alia visão estratégica e gestão humanizada para impulsionar crescimento, inovação e resultados consistentes. Possui MBA em Liderança Empresarial e Inteligência Artificial (FIAP) e histórico de resultados expressivos.