Blog Ideal Marketing

Music Branding: como a música pode aumentar suas vendas

Retro microphone icon. concept of podcast, voice recording, translation. minimal design. 3d rendering

A música se conecta com as pessoas em um nível tão profundo que é capaz de despertar emoções e experiências inesquecíveis.

E quando falamos de unir música às experiências de consumo, estamos falando de transformar uma simples compra em uma experiência inesquecível para as pessoas. O cliente se une à marca como um fã.

Nesse texto apresentamos o que é music branding, a sua importância para a construção da relação marca-consumidor e como usar a música para aumentar as vendas.

O que é music branding?

‘Music branding’ é uma estratégia de marketing sensorial que usa a música para traduzir em experiência as associações e atributos presentes na identidade da marca, uma vez que a música cria fortes vínculos emocionais entre a marca e o público.

A experiência proporcionada pelo music branding, junto a todos os outros atributos oferecidos pela marca, se transformam em emoção junto ao público.

Mas se engana quem pensa que music branding se resume a música ambiente para lojas. Conhecendo a identidade musical da marca, é possível propor vários projetos com a finalidade de conectar cliente e marca.

Veja alguns exemplos:

Como music branding aumenta as vendas?

Imagem: Blake Wisz | Unsplash

1) Criando conexão com o cliente

Entre dois universos tão diferentes, como uma marca e um cliente, o ponto de conexão é dado por coisas que os dois têm em comum, muitas vezes intangíveis e imperceptíveis. 

Seu consumidor pode se sentir representado através das músicas e artistas que caracterizam a sua marca. Dessa maneira, seu cliente se torna seu fã.

2) Modificando tempo de permanência no ambiente

Quando uma pessoa vai à uma loja, mesmo que não perceba, ela está sendo impactada pela mensagem sonora que vem dos alto falantes. Isso significa que ela pode estar sendo influenciada a ficar mais um pouco ou a querer sair rápido do local sem nem perceber o porquê daquela sensação.  

A velocidade da trilha sonora e o tempo de permanência dos consumidores estão diretamente relacionados. Quanto mais rápida a música, mais rápida a circulação – o que ajuda em momentos de pico, onde é ideal um fluxo mais acelerado. 

O contrário também acontece: quanto mais tranquilo o som, mais calmo o andar das pessoas pelo estabelecimento – perfeito para uma visita com maior atenção.

Se você deseja que as pessoas passem mais tempo na sua loja, escolha músicas com sonoridade mais tranquilas ou mesmo músicas bastante conhecidas.

3) Acompanhando seu cliente além do ponto de venda

Já imaginou seu cliente lembrando da sua marca mesmo estando a quilômetros de distância dela? Isso é possível através da criação de playlists da marca no Spotify, uma forma de utilizar a música como canal de relacionamento nas plataformas de streaming.

Mesmo estando em casa ou no trabalho, seu cliente pode ouvir as playlists da marca utilizando plataformas de streaming de música, mantendo a conexão e a lembrança da sua marca em diversos momentos do dia dele.

Como criar a identidade musical da sua marca

Não é qualquer música que vai transformar a mera interação do cliente com o seu negócio em uma experiência inesquecível.

É fundamental que haja uma curadoria especializada e que não se limite apenas à escolha das músicas, mas ao entendimento do universo em que a marca e o público estão inseridos.

Informações como persona da marca, características do consumidor habitual, o lifestyle desse consumidor, entre outras, são fundamentais para montar uma estratégia de music branding que vá além do ponto de venda.

O próximo passo é reunir todos esses insights em um diagrama de afinidades: com base nos conceitos de afinidade, similaridade, dependência ou proximidade, você pode gerar um mapa que te ajude a identificar conexões entre temas relevantes para a definição da identidade musical da marca.

Para desenhar a atmosfera musical da marca, esses insights também são organizados em moods: energia e humor, que definirão os sentimentos transmitidos pelas músicas, e tempo e popularidade, que ajuda a evitar que a playlist fique com alguma predominância indesejada de músicas muito conhecidas/desconhecidas ou músicas muito velhas/novidades.

E só depois de todo esse processo é que entra a curadoria musical para definir quais as estéticas sonoras combinam com as características descritas anteriormente. Dentro destas estéticas, é importante identificar os 10 principais artistas e suas conexões para compor o espectro musical da marca.

É um processo bastante complexo e a ajuda de especialistas para a construção do DNA musical da marca é essencial para garantir que a estratégia esteja de acordo com os objetivos de negócio da marca. 

Uma playlist para lojas que vai te inspirar

Sair da versão mobile